CAPÍTULO 10 . TEMPO REI - A VIDA É COMBATE. Biografia de Manuel Romário Saldanha Neto.
CAPÍTULO 10 . TEMPO REI - A VIDA É COMBATE. Biografia de Manuel Romário Saldanha Neto.
7 - Tempo Rei : 2010 - 2022.
“A vida é combate,
Que os fracos abate,
Que os fortes, os bravos
Só pode exaltar”
Gonçalves Dias, 1843.
Esta era a poesia, que sempre minha mãe declamava em casa: “Não chores, meu filho. Não chores, que a vida é luta renhida: Viver é lutar.” Em uma análise, rápida, sem ser superficial, podemos dizer que o poema fala de uma luta, entre um elemento supostamente fraco, o indígena, contra o elemento forte, o colonizador europeu.
O poema busca representar de forma heroica o índio, elemento supostamente fraco, como um indivíduo resistente às adversidades e pronto para a luta.
Nesse aspecto, a força do fraco aparece como um alento capaz de não apenas elogiar o índio, mas também de se sobrepor aos conflitos desse elemento, formador de nossa população, e, historicamente massacrado pela força opressora do colonizador europeu.
Minha trajetória histórica e existencial, encontra-se no contexto cultural da alta modernidade, Quando digo alta modernidade, refiro-me ao período histórico, pós 1945, tempo que cultura passa por uma grande e profunda crise de valores, personificados em duas grandes guerras mundiais e cuja presença influencia todas as esferas de nossa sociedade e de nossas vidas.
Declaração Universal de direitos humanos de 1948.
Tendo nascido em 1960, fui educado e vivi num contexto pós segunda guerra mundial, uma época de reconstrução do mundo, de grandes crises sociais e ideais de liberdade. Naturalmente essas crises e ideais vão se refletir em meus país, que por ser turno, também refletiram em seus filhos.
Neste aspecto, é bom acentuar que, a luta entre o opressor e oprimido, e a busca da liberdade, igualdade e fraternidade, marca bem o contexto histórico que vivi e estou vivendo.
A percepção da desigualdade como realidade foi sempre presente em minha vida, da fase infantil à adulta, e a busca por justiça também se fez presente, em vários momentos de minha vida. Este tem sido o tom da música que me acompanha.
Como homossexual, gay, bi sexual, como negro, e como pobre, perceber a injustiça, e lutar contra ela, foi algo que me acompanhou a vida toda.
Lutar contra a injustiça dentro da doutrina cristã, dentro do movimento estudantil, na academia, dentro do movimento sindical e partidário, lutar contra a injustiça cotidianamente, na vida.
Assim, chego aos anos 2010, com uma sólida formação em direitos humanos e direitos ambientais, herdados principalmente, da Declaração Universal de direitos humanos de 1948.
Objetivos de Desenvolvimento Sustentável – ONU, 2015.
A Declaração Universal de direitos humanos é um ideal comum a ser atingido por todos, através do ensino e da educação, buscando promover o respeito aos direitos, igualdades e liberdades.
Portanto, minha prática social, acadêmica e educativa sempre foi pautada pelo respeito e divulgação dos ideais dos Direitos humanos. Já na minha dissertação de mestrado na UFPE, tratava do tema da desigualdade social, denunciada pelo Movimento Mangue do Recife, em 2000.
Ao analisar o que veio a configurar-se como “Movimento Mangue”, encontramos, como seu centro, o binômio contraditório “Pobreza e Riqueza”, no âmbito do Estado de Pernambuco.
Ilustração da Dissertação de mestrado, vendedores ambulantes, Recife, UFPE, 2000.
Nas duas especializações em Artes, que fiz em Universidades, tratei das seguintes questões: 1 - Homofobia na escola - trabalhando direitos humanos em arte educação, em 2011; 2 - O uso da fotografia digital, tecnologias e mídias informáticas, aplicadas ao ensino-aprendizagem de artes visuais, transversalizadas com educação em direitos humanos, em 2017.
1 - Homofobia na escola - trabalhando direitos humanos em arte educação, Universidade Católica de Pernambuco, 2011.
2 - O uso da fotografia digital, tecnologias e mídias informáticas, aplicadas ao ensino-aprendizagem de artes visuais, transversalizadas com educação em direitos humanos, Universidade Federal Rural de Pernambuco, UFRPE, 2017.
Na minha graduação em pedagogia, 2019, fiz um estudo das relações étnico-raciais para o ensino de história e cultura afro-brasileira, africana e indígena, na docência do ensino fundamental (anos iniciais).
Docência em história e cultura afro-brasileira, africana e indígena, no ensino fundamental (anos iniciais), Olinda, 2021.
Por ter sofrido tanto preconceito, em toda minha vida, acabei criando mecanismos de defesa contra eles, principalmente, tendo na educação a maior arma de combate.
Sempre vi nos estudos, na educação e no ativismo social uma potente arma de luta contra opressões e preconceitos. Aliado aos estudos, sempre busquei a realização no trabalho, como cidadão, artista e educador.
Embora, na minha vida e na vida de professor, os direitos humanos, a luta por liberdade, igualdade e equidade estivesse sempre presente, nem sempre tive sorte na docência das artes.
Nunca ou quase nunca tive problemas com alunos e alunas, meus problemas maiores foram com as instituições de ensino, na forma das políticas educacionais, secretarias de educação e diretores de escolas.
Tive dois campos políticos de atuação: Artes e Direitos Humanos. Em ambos campos, tanto nos movimentos sociais (Movimento Negro Unificado e Movimento LGBT de Terreiros e Comunidades), como na educação pública como professor, e como pesquisador do Núcleo Homossexual da UFPE, (NUCH-UFPE), tive os Direitos Humanos como o foco de atuação e isso me acarretou inúmeros problemas.
Reunião com o Ministério Público de Pernambuco Dr. Marco Aurélio, Universidade Federal de Pernambuco, Dra Mitz Helena ( Núcleo de Direitos Humanos e Cidadania Homossexual da UFPE, NUCH-UFPE), Dr ª Manoela Alves e movimentos sociais, Recife, 2014.
Projeto Ministério Público na Rua, Comunidade do Coque, com Dr. Aguinaldo Fenelon, Procurador Geral de Justiça do Ministério Público de Pernambuco, Marta Almeida coordenadora do movimento negro, Dr. Rildo , líder comunitário e Ângela Pedrosa, gestora escolar, Recife, 2013.
Atividade educacional, cultural e institucional, com o Prefeito da Cidade do Recife, Geraldo Júlio, 2013.
Movimento social LGBT de TERREIROS e COMUNIDADES, em parceria com o Ministério Público de Pernambuco, Recife, 2017.
Movimento Negro Unificado LGBT de Pernambuco, 2022.
Núcleo de Direitos Humanos e Cidadania Homossexual da UFPE, (NUCH-UFPE), Recife, 2022.
O Brasil, tem uma tradição autoritária, não somos um país de raiz democrática. A formação do país se deu pela escravização, pelo roubo, e pela retirada de direitos de povos originários (indígenas) e negros.
Reunião com o Deputado Estadual Isaltino Nascimento e movimentos sociais, Movimento Negro Unificado, Movimento LGBT de Terreiros e Comunidades e Núcleo de Direitos Humanos e Cidadania Homossexual da UFPE, (NUCH-UFPE), Recife, 2017.
A violência colonial europeia contra povos originários (indígenas), negros e minorias se perpetuou na história do país, como uma política de Estado e governo.
Com Raul Jungmann 10.º Ministro da Defesa do Brasil, Recife, 2013.
A política educacional pública brasileira, durante séculos, tem servido para preparar não cidadãos, mas sim mão de obra , para as relações desiguais de produção capitalistas vigentes no Brasil.
Esta mão de obra, que será explorada, tem uma origem sócio econômica e étnico racial definida, são negros, índios, seus descendentes e minorias.
Apesar do que estabelece a Constituição Brasileira, a Declaração Universal dos Direitos Humanos e a Declaração Universal Sobre a Diversidade Cultural, constatamos que a desigualdade social, o racismo e a homofobia, enquanto estrutura de exclusão, é um problema histórico, tanto no Brasil e no mundo globalizado.
Reunião com a ministra-chefe da Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial do Brasil, Luiza Bairros, Recife, 2013.
No Brasil, existem dois tipos de escolas, as escolas de alto padrão e privadas para os ricos, e a escola pública, de baixo padrão de qualidade, destinada ao povo e aos pobres. desta forma, a escola púlblica é um aparelho ideológico do Estado e das classes ricas para a a dominação e opressão do povo.
Denunciar o racismo da política pública de educação, as péssimas condições das escolas é entrar em confronto com o Estado, seus gestores, secretarias de educação e diretores de escolas. Como sempre fiz isso, sempre tive problemas na minha atuação política como professor de artes.
Outro problema seríssimo que sempre tive na minha atuação como professor de artes, em escolas públicas, é o desconhecimento dos diretores e gestores do que seja arte. Esse desconhecimento, faz com que a arte seja identificada com bagunça e anarquia, e não como um campo do conhecimento humano.
Pesquisa científica: valorização da beleza feminina afro-brasileira e indígena, Escola Municipal Mario Melo, Recife, 2016.
A maioria dos gestores de escola públicas, confunde artes com decoração de escola, passatempo, atividade desnecessária ou inútil, quando não declaram que nada sabem de arte. A partir dessas posições inicia-se um processo de perseguição do professor de arte, como elemento desestabilizador da ordem escolar.
Se o professor é negro, gay e pobre, ai a violência dos gestores escolares se intensifica, com todo tipo de assédio e falta de respeito, até que o mesmo desista de trabalhar na escola.
Durante meus anos de docência em Artes fiz um bom trabalho , sempre voltado para os valores democráticos, da igualdade, liberdade, fraternidade e respeito com foco nos Direitos Humanos e na qualidade do ensino.
Dia Nacional da Consciência Negra, educando pra a diversidade, Escola Municipal Costa Porto, comunidade do Coque, Recife, 2013.
A escola como aparelho ideológico dominado pelas elites conservadoras brasileiras é constituída dentro do paradigma e da lógica do Opressor, que impede que esta forneça elementos efetivos de transformação das relações sociais (opressor\oprimido), embora, no seu seio, seguimentos ligados aos direitos humanos e à democracia popular buscam desconstruir o modelo dominante opressor transformando-a num espaço de mudança social a favor dos oprimidos.
Dos anos 2000 a 2020, desenvolvi várias atividades como ativista dos Direitos Humanos, no Recife, sempre trabalhando com os grupos mais vulneráveis da sociedade, porque a luta pela cidadania e democracia é um ato cotidiano, para toda vida.
II Conferência Municipal de livre Orientação Sexual, Recife, 2011.
Delegado de Base sindical, Recife, 2012 – 2014.
Certificado de Promoção dos Direitos da Cidadania e da diversidade cultural no Brasil, Ministério da Educação e Cultura, MEC, 2014.
Conferência Municipal de Promoção da Política de Igualdade Racial, Recife, 2017.
Caminhada de Terreiros de Pernambuco, com LGBT de Terreiros, Jorge Arruda (Secretário de Igualdade Racial de Pernambuco), Prof. Drª Mitz Helena ( Núcleo de Cidadania Homossexual da UFPE), e Paulo Alves, Recife, 2014.
15ª edição da Parada da Diversidade de Pernambuco, com Msc. Ântônio Rufino e Drª Manoela Alves, Recife, 2016.
O contexto político e econômico dos anos 2010 a 2022 é marcado por uma onda conservadora de direita. A onda conservadora ou maré azul é um fenômeno político que surgiu em meados dos anos 2010, no mundo e na América Latina, sucedendo à guinada à esquerda.
Escândalos de corrupção envolvendo governos de esquerda no continente fizeram que os mesmos se desgastassem. a alta no preço das commodities na década de 2000 favoreceu os governos populistas, e também acredita que esses governos falharam em não pensar em políticas sociais e econômicas de longo prazo.
Em escala global, o fenômeno da direita, pode ser associado à vitória de Donald Trump, nos Estados Unidos, e à ascensão de partidos de extrema-direita na Europa, Putin na Russia, e a ditadura na China, situando a onda conservadora da América do Sul neste contexto.
Desde os anos de 2018 e 2019, essa onda começou a apresentar sinais de declive com às eleições de candidatos progressistas como López Obrador, no México, Alberto Fernández, na Argentina, e Luis Arce, na Bolívia. Essa diminuição se acentuou ainda mais após a eleição de Joe Biden em 2020 nos Estados Unidos.
Fora Bolsonaro, Recife, 2021
Os maiores problemas que enfrentamos agora, além do racismo, da homofobia, de outras discriminações e exclusões, é uma epidemia global de Covid, a guerra na Ucránia\Ocidente, desaceleração da economia, desigualdade social, o aquecimento global e problemas ambientais.
Desta forma, considera-se que muito ainda precisa ser feito, na política local, regional e global, na busca da construção de uma sociedade democrática. que faça enfrentamento ao problema do racismo homofobia ambientalismo e desigualdade social.
Em 2012, me aposentei do serviço público federal e em 2021 me aposentei do cargo professor, em 2021, durante esse período fiz uma poupança razoável e comprei quatro apartamentos, um para mim morar e três para alugar, para reforçar a renda da aposentadoria, com a saúde abalada, e a depressão sobre controle, prossigo na jornada.
No mais, sigo com meu companheiro de jornada Wellignton, que me ajuda a gerir meu pequeno negócio, e me faz companhia nas horas de solidão.
A utopia de Educar para a cidadania, diversidade, democracia,
direitos humanos e ambientais, até o presente momento, parece
ser o caminho
mais viável para termos um mundo mais justo.
Domingo de sol, praia de Boa Viagem, com Wellignton Recife, 2021.
Educar para a cidadania, diversidade, democracia e direitos humanos, sempre, Recife 2022.
A bicha preta e pobre nasce, cresce e morre numa sociedade desigual e preconceituosa, num verdadeiro inferno, então quais serão as estratégias que ela vai criar para sobreviver ? Essa pergunta que tentamos responder nesse livro.
Romário D’Oxum Guajajara é o nome social de Manuel Romário Saldanha Neto
MESTRE EM LETRAS NA ÁREA DE TEORIA DA LITERATURA pela Universidade Federal de Pernambuco (2004), tem MESTRADO EM FILOSOFIA, pela Universidade Federal de Minas Gerais (interrompido em 1990), ESPECIALIZAÇÃO EM ARTE EDUCAÇÃO, pela Universidade Católica de Pernambuco (2013), ESPECIALIZAÇÃO EM ARTES E TECNOLOGIA, pela Universidade Federal Rural de Pernambuco (2019), GRADUAÇÃO: BACHAREL EM FILOSOFIA pela Universidade Federal de Minas Gerais - UFMG – (1988), GRADUAÇÃO: LICENCIADO EM FILOSOFIA pela Universidade Federal de Minas Gerais - UFMG (1993), GRADUAÇÃO EM EDUCAÇÃO ARTÍSTICA, com Habilitação em Artes Plásticas - pela Universidade Federal de Pernambuco - UFPE, (2000). GRADUAÇÃO EM PEDAGOGIA, pelo Centro Universitário Internacional (UNINTER) em (2021). PESQUISADOR DO CNPq, Projeto de Iniciação Cientifica, pela Universidade Federal de Pernambuco, UFPE(1997). ATIVISTA DE DIREITOS HUMANOS no Movimento Negro Unificado, Movimento LGBT de Terreiros e Comunidades e Núcleo de Direitos Humanos e Cidadania Homossexual da UFPE, (NUCH-UFPE).
REFERENCIAS BIBLIOGRÁFICAS
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Rotas da escravidão
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Guajajara
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Aparelhos Ideológicos do Estado
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Casa da Liberdade vai ocupar extinto Dops em BH
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COLEGIO ESTADUAL CENTRAL
ADAM AND EVE COMMITTING ORIGINAL SIN, DETAIL FROM VIRGIN OF VICTORY, 1496, BY ANDREA MANTEGNA
Povo Guajajara resiste em sua terra mesmo sofrendo com a violência de madeireiros e incêndios criminosos
prefeitura de pedreiras
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Levantamento de Comunidades Quilombolas
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Elizeth Cardoso - Nossos Momentos (1960)
https://www.youtube.com/watch?v=YRkm-prwE48
Deputado vê "podridão"
em gays e diz que há "maldição" sobre africanos
Curral del Rey http://curraldelrei.blogspot.com
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Raízes de 1877 resistem na identidade de Fortaleza
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DOIS NA BOSSA NÚMERO 2 - Elis Regina e Jair Rodrigues
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POBRE MENINA. leno e lilian 1966
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Bairro da Serra
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Favelas no Brasil
https://pt.wikipedia.org/wiki/Favelas_no_Brasil
cartola compositor
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Paróquia na TV – São João Evangelista | Serra | Belo Horizonte
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Padre Tarcísio Machado Rocha
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Tatiana Soledade Delfanti Melo
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Grupo escolar afonso pena
Mercado Central de Belo Horizonte: cheiros, sabores e encantos
https://www.abraceomundo.com/mercado-central-bh/
Ônibus Elétrico no Brasil
http://memoria76.blogspot.com/2013/02/
DANIEL ANTIPOFF
https://pt.wikipedia.org/wiki/Daniel_Iretzky_Antipoff
tipos de inteligência (e seus significados)
https://www.significados.com.br/tipos-de-inteligencia/
A história da sala de estar
Padrões de consumo e estilos de vida da
“nova classe média”
A GRANDE FAMILIA
https://pt.wikipedia.org/wiki/A_Grande_Fam%C3%ADlia_(2001)
revista POP
http://obaudoedu.blogspot.com/2019/01/revista-pop-cara-da-juventude-dos-anos.html
Muito além do arco-íris. A constituição de identidades …
https://repositorio.ufmg.br/bitstream/1843/VCSA-7WNDTB/1/machado__2007__muito_alem_do_arco__ris.pdf
cria corvos
https://leiturafilmica.com.br/cria-cuervos/
Homossexuais e sofrimento psíquico
Músca disco
https://pt.wikipedia.org/wiki/M%C3%BAsica_disco
Homossexualidade não é doença segundo a OMS; entenda
ESCRAVA ANASTÁCIA
https://pt.wikipedia.org/wiki/Escrava_Anast%C3%A1cia
CAÇADO VIVO OU MORTO - GAY , PRETO E POBRE – BIOGRAFIA DE MANUEL ROMÁRIO SALDANHA NETO, RECIFE, PERNAMBUCO, BRASIL, 2022.
A bicha preta e pobre nasce, cresce e morre no inferno, quais serão as estratégias que ela vai criar para sobreviver ? Essa é a pergunta que tentamos mostrar nesse livro.
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Agradecimentos especiais, Juscelino Maquiaveli, pela revisão dos originais.
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